Hoje ele me chamou de cara-de-pau. Assim, sem mais nem menos.
Fiquei com cara de quem não entendeu nada.
E com cara de quem pergunta "o que foi que eu fiz dessa vez?"
Que eu saiba, não fiz nada.
E a ficha demorou a cair.
A raiva só veio quando ele ligou pra pedir desculpas.
Eu não podia falar, estava numa reunião.
Idiota, liguei depois. E ele disse: "Era só para pedir desculpas."
Aí veio a ira, o gosto amargo na boca.
Ele me bateu sem me encostar, me feriu sem me acertar.
Esse inferno é dele e não tenho nada a ver com isso.
Cansei, cansei de você. Já deu.
Pela primeira vez hoje falei verdadeiramente que queria nunca mais vê-lo. Mas isso não é possível. Mas já dei um passo à frente.
Essa pessoa me faz mal, definitivamente. O bem que ele me faz não compensa o mal porque o mal vem quando eu menos espero e, muitas das vezes, atrelado ao bem. Isso me confunde. Não quero mais ficar confusa.
No Espiritismo se diz que o que sai da boca vem do coração.
Não que ele me ache cara-de-pau, mas que ali o sentimento por mim é carregado de energias erradas, ah, isso é!
Mas o bom da vida é isso. Uma coisa que aparentemente é ruim , no fundo, é libertador.
Então, falemos de coisas boas.
Tô impressionada com a profusão de bebês que estão dando as caras neste mundo: Gabriel, Davi, Guilherme, Rafael, Arthur, Bárbara e Clarice... Sejam bem-vindos, né?
Ontem achei R$100,00 que eu tinha deixado "escondido" pra não gastar... Isso não é bom demais da conta????
terça-feira, 29 de maio de 2007
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Bolo
Hoje de manhã, no café, pra variar, pedi um bolo de fubá...
Não sou muito fã de bolos, mas esse estava especial -- com côco, mas só de leve que é pro côco não ganhar todo o sabor...
Pois bem, naquele momento em que eu queria apenas me esquentar, me alimentar e variar o café da manhã (fora o kit 2!!!!), mal sabia que eu terminaria o dia levando um bolo. Outro.
Não posso reclamar, esse tampouco teve gosto ruim.
Houve um bolo que levei uma vez que deixou marcas... Nunca mais o cara teve o prazer de ter comigo. Não sou do tipo vingativa, mas não sou boba.
Não é comum eu levar um bolo. Geralmente são mais eles que querem me encontrar do que eu. E nem sei se posso chamar o desta noite de bolo...
Sem querer, naqueles dias em que mais estou vulnerável, sonada, cansada, mal humorada -- e hoje foi um desses dias -- vou sendo testada. E, idiota, vou abrindo brechas, deixando que entrem devagarinho de novo...
E eles vêm pé antepé.
Mas o que eu queria mesmo era um pé na porta, era um chegar sem avisar, era um beijo arrebatador, cheio de saudade, era um fazer amor, paixão, tesão. Pra não poder e não conseguir pensar em nada. Pra não planejar. Mas pra sobretudo não sentir medo por ter aberto essa porta de novo...
Tô partida ao meio...
Tive alguns poucos momentos de doçura durante o dia. Mas com ele, é demais! Como eu posso, depois de tudo? Como posso dizer me derretendo toda "Não queria falar sobre isso hoje... Vamos falar sobre o tempo? Como tá friiiiiooooo!!!"
A manicure e a cabeleireira eram testemunhas, ficaram chocadas. E eu nem mesmo enrubesci...
Pro amor não tem essa de ter vergonha na cara, né?
Eu queria ouvir dele "Eu te amo" e queria retribuir "Eu também te amo". Mas tá bom. É bom quando ele me chama de baby e fala "Eu sei", quando tô falando de mim. É bom um homem que te conheça. Ele já me conhece, ele já sabe.
Eu tenho saudades disso. Talvez por isso tenho tanta dificuldade em começar com um alguém novo, alguém que não saiba. Porque quero estar logo nesse nível de intimidade do saber um do outro. Aí acabo voltando pr´aquele que eu já conheço, aquele que já sei... Aquele que me dá o céu e o inferno.
Eu não quero mais o inferno.
Mas ainda não deixei de querê-lo.
Vivo sem ele muito bem. E quando acho que já não sinto a sua falta, ele põe um pezinho na porta que eu, sem perceber, deixei entreaberta.
Hoje, ele não entrou.
Tomara que da próxima vez eu não tenha deixado a porta entreaberta. Tomara que eu saiba então o que é melhor pra mim.
Amar e ser amada, mas não ter paz? Ou seguir no meu caminho numa solidão que não pesa, mas que me impede de dormir?...
Mas tudo bem, estou feliz. Ainda amo. Ainda sou amada.
Não sou muito fã de bolos, mas esse estava especial -- com côco, mas só de leve que é pro côco não ganhar todo o sabor...
Pois bem, naquele momento em que eu queria apenas me esquentar, me alimentar e variar o café da manhã (fora o kit 2!!!!), mal sabia que eu terminaria o dia levando um bolo. Outro.
Não posso reclamar, esse tampouco teve gosto ruim.
Houve um bolo que levei uma vez que deixou marcas... Nunca mais o cara teve o prazer de ter comigo. Não sou do tipo vingativa, mas não sou boba.
Não é comum eu levar um bolo. Geralmente são mais eles que querem me encontrar do que eu. E nem sei se posso chamar o desta noite de bolo...
Sem querer, naqueles dias em que mais estou vulnerável, sonada, cansada, mal humorada -- e hoje foi um desses dias -- vou sendo testada. E, idiota, vou abrindo brechas, deixando que entrem devagarinho de novo...
E eles vêm pé antepé.
Mas o que eu queria mesmo era um pé na porta, era um chegar sem avisar, era um beijo arrebatador, cheio de saudade, era um fazer amor, paixão, tesão. Pra não poder e não conseguir pensar em nada. Pra não planejar. Mas pra sobretudo não sentir medo por ter aberto essa porta de novo...
Tô partida ao meio...
Tive alguns poucos momentos de doçura durante o dia. Mas com ele, é demais! Como eu posso, depois de tudo? Como posso dizer me derretendo toda "Não queria falar sobre isso hoje... Vamos falar sobre o tempo? Como tá friiiiiooooo!!!"
A manicure e a cabeleireira eram testemunhas, ficaram chocadas. E eu nem mesmo enrubesci...
Pro amor não tem essa de ter vergonha na cara, né?
Eu queria ouvir dele "Eu te amo" e queria retribuir "Eu também te amo". Mas tá bom. É bom quando ele me chama de baby e fala "Eu sei", quando tô falando de mim. É bom um homem que te conheça. Ele já me conhece, ele já sabe.
Eu tenho saudades disso. Talvez por isso tenho tanta dificuldade em começar com um alguém novo, alguém que não saiba. Porque quero estar logo nesse nível de intimidade do saber um do outro. Aí acabo voltando pr´aquele que eu já conheço, aquele que já sei... Aquele que me dá o céu e o inferno.
Eu não quero mais o inferno.
Mas ainda não deixei de querê-lo.
Vivo sem ele muito bem. E quando acho que já não sinto a sua falta, ele põe um pezinho na porta que eu, sem perceber, deixei entreaberta.
Hoje, ele não entrou.
Tomara que da próxima vez eu não tenha deixado a porta entreaberta. Tomara que eu saiba então o que é melhor pra mim.
Amar e ser amada, mas não ter paz? Ou seguir no meu caminho numa solidão que não pesa, mas que me impede de dormir?...
Mas tudo bem, estou feliz. Ainda amo. Ainda sou amada.
terça-feira, 22 de maio de 2007
E o Zeca também...
taí, sem saber, escrevi sobre o mesmo assunto que o Zeca Camargo. Com a diferença que ele é colunista de um site. E eu, uma bloggeira iniciante...
Mas não é que a gente tem mais ou menos a mesma opinião?
Vai lá ver: http://g1.globo.com/Noticias/Colunas/0,,7373,00.html
Mas não é que a gente tem mais ou menos a mesma opinião?
Vai lá ver: http://g1.globo.com/Noticias/Colunas/0,,7373,00.html
Vai tomar...
Acho que meu pai tá ficando velho... Mandei por e-mail para a minha irmã a melô do c*, que tá fazendo o maior sucesso no You Tube... Minha irmã abriu na frente da minha mãe, que se disse em choque, mas riu um pouquinho... Entendeu que tem gente louca, meio à toa, que compõe essas coisas e posta na internet.
Meu pai, por sua vez, riu, mas disse assim: "Quem pode fazer uma indecência dessas? Uma moça com uma voz tão bonita..."
Achei a frase mega puritana, mega careta! Como assim indecência??? Essa palavra eu não ouvia há muito tempo. Acho que justamente por causa do teor pejorativo dela...
Logo ele, que sempre falou palavrão, sempre foi meio indecente? No bom sentido da palavra... Tipo pessoa à vontade, que fica pelado meio sem cerimônia, tira meleca do nariz enquanto assiste TV e, principalmente, adora falar bobagem, rir de bobagem?
Acho que meu pai tá ficando velho...
Não é que descobri hoje, numa matéria do site g1 (http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL40107-7084,00.html), que a música foi feita por gente bem DECENTE, gente como a gente, gente como eu, como meu pai, talvez?
Bem, já fazia algum tempo que vinha notando essa velhice do meu velho... Mas quer saber? Ele tá bem feliz assim, vendo novela, grudado na mulher dele, que faz todas as vontades dele (e que não é a minha mãe). E se ele tá feliz, tudo bem... Ele pode até ser careta, preconceituoso. Eu deixo, ele é meu pai. Ele pode.
Mas ainda bem que ele está ficando velho, porque ele não gosta de internet e não vai ler o que escrevo agora... risos... Ele é autoritário, vaidoso, não ia gostar de saber que estou falando dele nesses termos...
Agora, será que quem está sendo preconceituosa sou eu? Será que não é normal gostar de uma melô que só fica falando palavrão???
A ver...
Meu pai, por sua vez, riu, mas disse assim: "Quem pode fazer uma indecência dessas? Uma moça com uma voz tão bonita..."
Achei a frase mega puritana, mega careta! Como assim indecência??? Essa palavra eu não ouvia há muito tempo. Acho que justamente por causa do teor pejorativo dela...
Logo ele, que sempre falou palavrão, sempre foi meio indecente? No bom sentido da palavra... Tipo pessoa à vontade, que fica pelado meio sem cerimônia, tira meleca do nariz enquanto assiste TV e, principalmente, adora falar bobagem, rir de bobagem?
Acho que meu pai tá ficando velho...
Não é que descobri hoje, numa matéria do site g1 (http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL40107-7084,00.html), que a música foi feita por gente bem DECENTE, gente como a gente, gente como eu, como meu pai, talvez?
Bem, já fazia algum tempo que vinha notando essa velhice do meu velho... Mas quer saber? Ele tá bem feliz assim, vendo novela, grudado na mulher dele, que faz todas as vontades dele (e que não é a minha mãe). E se ele tá feliz, tudo bem... Ele pode até ser careta, preconceituoso. Eu deixo, ele é meu pai. Ele pode.
Mas ainda bem que ele está ficando velho, porque ele não gosta de internet e não vai ler o que escrevo agora... risos... Ele é autoritário, vaidoso, não ia gostar de saber que estou falando dele nesses termos...
Agora, será que quem está sendo preconceituosa sou eu? Será que não é normal gostar de uma melô que só fica falando palavrão???
A ver...
terça-feira, 15 de maio de 2007
Freak control
O tema do dia é o controle.
A importância que eu dou ao controle, a ter controle...
O cúmulo do controle é transformar o sono numa tarefa. Foi isso que eu fiz e é isso que eu tenho feito. Já que não consigo dormir, começo a fazer tudo o que mandam fazer pra que alguém durma: tomo banho quente, tomo chá quente, comprei uma cama caríssima que ainda não paguei, comprei lençóis de percal, fio 180, 100% algodão, desligo o celular, apago as luzes, conto carneirinhos... E nada.
Durmo um sono leve. E sonho coisas estranhas.
Ontem briguei com meu ex-chefe por causa do Nextel. A briga do sonho/pesadelo era só a continuação de uma briga estúpida da vida real.
Hoje acordei depois de parir um bebê. Foi tão fácil que me animei. Ele nasceu esquisito. Mesmo assim o amei imediatamente porque era meu filho. Demorei pra abraçá-lo porque tava sem entender. Mas quando abracei, senti o calor bom que o amor provoca. Ele tinha dentes estranhos. Tinha que resolver isso rápido (olha o controle aí). Aí acordei.
Cansada. Morta. Sem ter dormido direito.
Também, quando vejo que não tô dormindo mesmo, penso logo: tomara que a hora passe logo pra eu levantar logo, ir trabalhar logo. Enfim, continuar com as tarefas que se seguem à de dormir...
O Ricardo me falou que a gente deu errado porque eu não me entreguei. Ainda bem que ele sabe disso. Que alívio não ter precisado dizer isso pra ele - de novo. Foi no jóquei, durante os páreos da noite. Tinha cavalos legais. Adoro cavalos.
Aí falei isso pra minha terapeuta e ela me disse que até para dormir eu preciso me entregar...
Isso me pegou... Preciso me entregar, preciso deixar de controlar, preciso relaxar...
Ela disse que até a minha nova paixão foi escolhida a dedo porque posso continuar controlando. Aí já não sei, fiquei de pensar.
Fiquei louca da vida sem controlar a matéria da missa pro Fantástico. Ando ficando louca da vida sem controlar as matérias que vão pro ar por causa do dead line apertado...
Ai, ai...
Quero deixar de ser 'freak control'...
Se eu tivesse alguém aqui no meu apê comigo, não precisava ser um homem, melhor que fosse, acho que eu me entregaria.
Será? Será? Será?
A importância que eu dou ao controle, a ter controle...
O cúmulo do controle é transformar o sono numa tarefa. Foi isso que eu fiz e é isso que eu tenho feito. Já que não consigo dormir, começo a fazer tudo o que mandam fazer pra que alguém durma: tomo banho quente, tomo chá quente, comprei uma cama caríssima que ainda não paguei, comprei lençóis de percal, fio 180, 100% algodão, desligo o celular, apago as luzes, conto carneirinhos... E nada.
Durmo um sono leve. E sonho coisas estranhas.
Ontem briguei com meu ex-chefe por causa do Nextel. A briga do sonho/pesadelo era só a continuação de uma briga estúpida da vida real.
Hoje acordei depois de parir um bebê. Foi tão fácil que me animei. Ele nasceu esquisito. Mesmo assim o amei imediatamente porque era meu filho. Demorei pra abraçá-lo porque tava sem entender. Mas quando abracei, senti o calor bom que o amor provoca. Ele tinha dentes estranhos. Tinha que resolver isso rápido (olha o controle aí). Aí acordei.
Cansada. Morta. Sem ter dormido direito.
Também, quando vejo que não tô dormindo mesmo, penso logo: tomara que a hora passe logo pra eu levantar logo, ir trabalhar logo. Enfim, continuar com as tarefas que se seguem à de dormir...
O Ricardo me falou que a gente deu errado porque eu não me entreguei. Ainda bem que ele sabe disso. Que alívio não ter precisado dizer isso pra ele - de novo. Foi no jóquei, durante os páreos da noite. Tinha cavalos legais. Adoro cavalos.
Aí falei isso pra minha terapeuta e ela me disse que até para dormir eu preciso me entregar...
Isso me pegou... Preciso me entregar, preciso deixar de controlar, preciso relaxar...
Ela disse que até a minha nova paixão foi escolhida a dedo porque posso continuar controlando. Aí já não sei, fiquei de pensar.
Fiquei louca da vida sem controlar a matéria da missa pro Fantástico. Ando ficando louca da vida sem controlar as matérias que vão pro ar por causa do dead line apertado...
Ai, ai...
Quero deixar de ser 'freak control'...
Se eu tivesse alguém aqui no meu apê comigo, não precisava ser um homem, melhor que fosse, acho que eu me entregaria.
Será? Será? Será?
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Segunda vagabunda!
Minha amiga diz que eu tenho que relaxar...
Tem um monte de coisas que podem nos fazer relaxar... Mas eu nunca perco a memória, sempre me lembro de tudo. Mesmo bebendo. Mesmo quando e nas raras vezes em que me droguei. Por isso droga não é a minha praia. Sempre levei gato por lebre. Nunca perdi a CONSCIÊNCIA...
Tem coisas que esqueci. Mas por fruto da minha memória seletiva ou do meu senso de proteção interno, insconsciente. Subconsciente, aliás.
Hoje tô vivendo um desses dias vagabundos...
Que delícia...
Sono, internet, livro, vinho, macarrão, chocolate, banho quente... Tudo com trilha sonora!
Hoje falei pela primeira vez via web usando a câmera! Que legal!!!!! Foi com alguém que tinha saudades... É bom alguém te receber bem, né?
Mas isso me lembrou do livro que tô lendo. O cara beija e a mulher se deixa beijar, mas não retribui. Me disseram que eu ia me enxergar na personagem. Verdade, me enxergo.
Mas bom mesmo seria ter saudades também. Dizer: "Também estou com saudades de você!"
É diferente de sentir e não dizer. Porque muitas vezes já senti e não disse porque não consegui dizer...
Já não disse TE AMO, quando amava muito. Ou não disse EU TAMBÉM, quando também queria dizer.
Mas tá bom, cada um tem um lugar na nossa vida. Na minha prateleira da vida, ele, o da câmera via web, tá em cima. Não no topo, mas tá em cima.
E no final das contas, tenho saudades também. Saudades de quando eu pelo menos tentava, mesmo me deixando beijar...
Tem um monte de coisas que podem nos fazer relaxar... Mas eu nunca perco a memória, sempre me lembro de tudo. Mesmo bebendo. Mesmo quando e nas raras vezes em que me droguei. Por isso droga não é a minha praia. Sempre levei gato por lebre. Nunca perdi a CONSCIÊNCIA...
Tem coisas que esqueci. Mas por fruto da minha memória seletiva ou do meu senso de proteção interno, insconsciente. Subconsciente, aliás.
Hoje tô vivendo um desses dias vagabundos...
Que delícia...
Sono, internet, livro, vinho, macarrão, chocolate, banho quente... Tudo com trilha sonora!
Hoje falei pela primeira vez via web usando a câmera! Que legal!!!!! Foi com alguém que tinha saudades... É bom alguém te receber bem, né?
Mas isso me lembrou do livro que tô lendo. O cara beija e a mulher se deixa beijar, mas não retribui. Me disseram que eu ia me enxergar na personagem. Verdade, me enxergo.
Mas bom mesmo seria ter saudades também. Dizer: "Também estou com saudades de você!"
É diferente de sentir e não dizer. Porque muitas vezes já senti e não disse porque não consegui dizer...
Já não disse TE AMO, quando amava muito. Ou não disse EU TAMBÉM, quando também queria dizer.
Mas tá bom, cada um tem um lugar na nossa vida. Na minha prateleira da vida, ele, o da câmera via web, tá em cima. Não no topo, mas tá em cima.
E no final das contas, tenho saudades também. Saudades de quando eu pelo menos tentava, mesmo me deixando beijar...
sábado, 12 de maio de 2007
Nossa Senhora Aparecida
O bom de viver é que tem um monte de coisas que você lê, um monte de casos que você ouve e que, apesar de a gente compreender o que está lendo ou ouvindo, a gente não consegue entender. Até que um dia - BANG!
Aquilo que você leu ou ouviu acontece com você!
Já tinha lido ou ouvido que um amor pode nascer de uma amizade. Nunca tinha acreditado nisso porque nunca tinha vivido isso.
Hoje acredito. E acho bom. Que experiência boa saber que a gente pode gostar ainda mais de quem a gente gosta!
Melhor ainda é saber que se sabe cultivar esse amor de longe ou de perto.
Hoje conheço Aparecida.
E vou ver se ela olha por mim!
Aquilo que você leu ou ouviu acontece com você!
Já tinha lido ou ouvido que um amor pode nascer de uma amizade. Nunca tinha acreditado nisso porque nunca tinha vivido isso.
Hoje acredito. E acho bom. Que experiência boa saber que a gente pode gostar ainda mais de quem a gente gosta!
Melhor ainda é saber que se sabe cultivar esse amor de longe ou de perto.
Hoje conheço Aparecida.
E vou ver se ela olha por mim!
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Tô à toa...
Adoro o Homem-Aranha!
Mas prefiro O Homem Aranha 2 do que o 3.
Gosto do Homem-Aranha porque ele é um homem comum, com conflitos que todo homem comum tem.
O poder lhe subiu à cabeça, ele ficou se achando e aí, claro, achou que podia beijar uma mulher, mesmo amando outra. Isso porque ele é demais, a mulher dele ia entender, ia perdoar.
O pior desse Homem-Aranha "negro" é também o melhor! Ele é tão mais divertido perverso!!!
De novo, o mal que é bom. Ou melhor, o mau que é bom.
Lição do dia: a gente SEMPRE tem escolha...
Mas prefiro O Homem Aranha 2 do que o 3.
Gosto do Homem-Aranha porque ele é um homem comum, com conflitos que todo homem comum tem.
O poder lhe subiu à cabeça, ele ficou se achando e aí, claro, achou que podia beijar uma mulher, mesmo amando outra. Isso porque ele é demais, a mulher dele ia entender, ia perdoar.
O pior desse Homem-Aranha "negro" é também o melhor! Ele é tão mais divertido perverso!!!
De novo, o mal que é bom. Ou melhor, o mau que é bom.
Lição do dia: a gente SEMPRE tem escolha...
sábado, 5 de maio de 2007
Um Sábado Bom (com letra maiúscula!)
Hoje escrevo porque sei que você vai ler.
Mas também porque tenho idéias...
Hoje tive uma vontade. E há vontades que a gente sacia imediatamente. Essas, são vontades boas.
Tive vontade de comprar um livro.
Acabo de comprar dois: The Secret - O Segredo, de Rhonda Byrne e Travessuras da Menina Má, de Mário Vargas Llosa. Sugestivos títulos... O primeiro é só pra saciar uma necessidade jornalística. O segundo é pra saber se existe mesmo uma menina má e se existir, se ela não sente culpa por ser má. Porque bom mesmo deve ser ser má sem culpa...
Sou adepta da internet. Totalmente. Dependente até.
Mas fiz um caminho diferente.
Entrei por outras ruas, parei em frente a uma livraria, conheci um pouco mais o bairro onde moro.
Conversei com uma vendedora que já leu mais do que eu.
Impedi que ela me contasse o final de um livro que acabei não comprando.
A internet é boa, mas o contato, o tato, o concreto também tem lá a sua vez.
Hoje foi a vez da vida real.
Cheguei em casa com um gosto bom.
Mesmo depois de quase 12 horas de trabalho.
Seguramente, a primeira vez que um sábado de trabalho não me custa tanto!
Estou há 3 meses sem transar.
Confidenciei isso hoje achando que era muito. Não é. Ou é. Depende do ponto de vista.
Meu recorde foram 11 meses, uma vez, há sete anos.
Estava me "guardando" pra alguém bom.
Foi legal, mas o bom virou ruim rápido demais.
Aí decidi que era perigoso se "guardar"...
Agora não sei o que tá acontecendo. Não sinto vontade de compartilhar a minha intimidade com quem realmente não tenho e não quero ter intimidade.
Que droga de falta de vontade!!!... Porque vontade é vida e sexo é vida...
Essa é uma vontade boa às vezes que não pode ser saciada imediatamente. E ruim também ás vezes. Nesse caso, ainda bem que ela não pode ser saciada imediatamente...
Mas hoje é um sábado bom. Noite quente, aconchegante.
Me desculpem os livros que, com certeza, vão me contar histórias da vida, mas hoje é dia de balada!
Mas também porque tenho idéias...
Hoje tive uma vontade. E há vontades que a gente sacia imediatamente. Essas, são vontades boas.
Tive vontade de comprar um livro.
Acabo de comprar dois: The Secret - O Segredo, de Rhonda Byrne e Travessuras da Menina Má, de Mário Vargas Llosa. Sugestivos títulos... O primeiro é só pra saciar uma necessidade jornalística. O segundo é pra saber se existe mesmo uma menina má e se existir, se ela não sente culpa por ser má. Porque bom mesmo deve ser ser má sem culpa...
Sou adepta da internet. Totalmente. Dependente até.
Mas fiz um caminho diferente.
Entrei por outras ruas, parei em frente a uma livraria, conheci um pouco mais o bairro onde moro.
Conversei com uma vendedora que já leu mais do que eu.
Impedi que ela me contasse o final de um livro que acabei não comprando.
A internet é boa, mas o contato, o tato, o concreto também tem lá a sua vez.
Hoje foi a vez da vida real.
Cheguei em casa com um gosto bom.
Mesmo depois de quase 12 horas de trabalho.
Seguramente, a primeira vez que um sábado de trabalho não me custa tanto!
Estou há 3 meses sem transar.
Confidenciei isso hoje achando que era muito. Não é. Ou é. Depende do ponto de vista.
Meu recorde foram 11 meses, uma vez, há sete anos.
Estava me "guardando" pra alguém bom.
Foi legal, mas o bom virou ruim rápido demais.
Aí decidi que era perigoso se "guardar"...
Agora não sei o que tá acontecendo. Não sinto vontade de compartilhar a minha intimidade com quem realmente não tenho e não quero ter intimidade.
Que droga de falta de vontade!!!... Porque vontade é vida e sexo é vida...
Essa é uma vontade boa às vezes que não pode ser saciada imediatamente. E ruim também ás vezes. Nesse caso, ainda bem que ela não pode ser saciada imediatamente...
Mas hoje é um sábado bom. Noite quente, aconchegante.
Me desculpem os livros que, com certeza, vão me contar histórias da vida, mas hoje é dia de balada!
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